segunda-feira, 11 de abril de 2011

Empresa do Monotrilho promete cumprir prazo

11/04/2011 - A Crítica

As obras do monotrilho de Manaus, em toda a extensão de 20 quilômetros ao longo das nove estações previstas pelo projeto básico, serão concluídas antes da Copa de 2014 se o contrato entre o governo do Estado e o consórcio Monotrilho Manaus for assinado até o fim deste mês. Mesmo que, para isso, as empresas precisem investir em um capital inicial maior que o previsto.

Foi o que garantiu o presidente do Conselho de Administração e sócio fundador da Scomi Internacional, Shah Hakim Zain. Ele afirmou que os empresários podem investir para que os atrasos no processo licitatório, que ameaçam a condição de Manaus enquanto subsede da Copa, não comprometam o andamento dos trabalhos dentro dos prazos impostos pela Fifa.

"O monotrilho de Manaus vai ser entregue no tempo do contrato para a Copa do Mundo. Nossos parceiros no Brasil - CR Almeida, Mendes Júnior e Cerveng - têm condições de fazer a parte da construção civil a tempo. Esta é a política do consórcio", declarou Shah.

Mais que isso, a concretização do negócio entre o Amazonas e o Consórcio Monotrilho pode refletir no renascimento da indústria da borracha no Estado e no aquecimento da indústria do alumínio na Amazônia, segundo executivos do grupo.

O presidente da Scomi no Brasil, Hilmy Zaini, revelou que a base dos vagões que vão compor os trens do monotrilho em Manaus é composta por alumínio e pneus de borracha, que dão estabilidade, conforto e segurança a esse modelo de transporte. De acordo com ele, o monotrilho de Manaus, com seus dez trens - cada um com seis vagões -, deve utilizar 960 pneus, que precisarão ser substituídos a cada 30 mil quilômetros rodados.

Matéria-prima regional

O sócio fundador da Scomi, Shah Hakim Zain, acenou o interesse da Scomi em regionalizar a linha de produção, utilizando na confecção dos pneus especiais para o monotrilho a borracha produzida pela fábrica do grupo Levorin (Neotec), que em julho começa a funcionar no Km 22 da AM-010 (Manaus-Itacoatiara).

Já Hilmy Zaini declarou, também, que as 12 toneladas de alumínio necessárias para a produção de um trem de monotrilho com as características do que deve ser implantado na capital Amazonense, podem ser compradas pela Scomi na própria região. A opção cogitada foi a fábrica da Alcoa, localizada em Juruti, na divisa do Pará com o Estado do Amazonas.

Segundo ele, atualmente os trens de monotrilho produzidos na Scomi em Kuala Lampur, na Malásia, utilizam alumínio comprado da fábrica Alcon, na Nova Zelândia.

Com o início das operações no Brasil - além de Manaus, São Paulo também possui um projeto de 20 quilômetros de monotrilho em fase de licitação - a empresa pretendia adquirir o alumínio necessário à linha de produção na fábrica da Alcon em Santa Catarina. Mas a proximidade do produto da Alcoa no Pará torna essa uma opção mais viável.

"É interesse da Scomi regionalizar a maior parte dos componentes possíveis. Comprar componentes na própria região reduz os nossos custos", explicou.

Nova fábrica

Presidente da Comissão Adminstrativa e sócio fundador da Scomi Internacional, Shah Hakim Zain se mostrou um entusiasta de que Manaus seja a primeira cidade sulamericana a receber uma fábrica de trens da empresa, que hoje está presente em 29 países.

De acordo com ele, vencer a licitação para a construção do monotrilho em Manaus é decisivo para a instalação de uma fábrica da Scomi no Amazonas. Mas estados como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina também disputam o mesmo investimento.

"O Brasil é uma plataforma de investimento da Scomi na América Latina. E o Amazonas, por apresentar melhores vantagem tributárias para a implantação de uma fábrica. Fica habilitado para receber não apenas um centro de manutenção do monotrilho, como outros investimentos da Scomi, visando a expansão dos negócios para a América Latina", justificou ele, que ainda ressaltou a visibilidade que a implantação do monotrilho em Manaus, às vésperas da Copa 2014, pode dar à empresa.

Shah Hakim Zain explicou que a fábrica da Scomi no Brasil será fundamental para abastecer os outros monotrilhos e projetos em andamento em toda a América Latina. Por conta dos projetos sendo elaborados e das licitações abertas, em São Paulo e Manaus, a proximidade com o mercado brasileiro se torna indispensável.

Valor médio do monotrilho é de R$ 0,80 na Malásia e não tem subsídio do governo

10/04/2011 - Valmir Lima . portal@d24am.com

A diferença entre a realidade de Kuala Lumpur e de Manaus é que na Malásia, o sistema visa servir a população sem esperar lucro.


Kuala Lumpur (Malásia)* - A tarifa do monotrilho de Kuala Lumpur custa o equivalente a R$ 0,60 a mais barata e R$ 1,05 a mais cara, com um preço intermediário de R$ 0,80. O bilhete mais barato dá direito ao usuário, a partir da estação central (são 11 estações), viajar até duas estações. Do mesmo ponto central, a viagem até a terceira ou quarta parada, custa R$ 0,80 e para a última estação, o bilhete tem o valor mais alto (R$ 1,05).

A previsão do Governo do Amazonas no fim de 2010 era de uma tarifa de R$ 2,50 para os usuários exclusivos do monotrilho e de R$ 3,50 para os usuários do Passa Fácil (monotrilho e ônibus), com repasse de R$ 1,70 para o monotrilho.

Para os padrões de Manaus, a tarifa do monotrilho malaio é irrisória. A informação mais surpreendente, no entanto, é de que não há subsídio para custear a manutenção do sistema. “A tarifa paga todos os custos de manutenção”, disse o chefe de operações da linha de monotrilho de Kuala Lumpur, Abdul Hadi Amran. Nesse valor não está incluído o custo da construção do sistema e não sobra dinheiro para ampliação, mas é uma estratégia do governo de manter o transporte acessível à população.

A empresa pública que administra o monotrilho já tem aprovado um projeto de ampliação dos carros para dobrar a capacidade, mas o serviço vai ser custeado pelo governo. Serão R$ 250 milhões para substituir os 12 antigos trens de dois vagões por modelos mais modernos, com quatro vagões cada um. A própria Scomi foi contratada para fornecer os novos trens. Há também um estudo da administração do monotrilho para expandir o sistema em mais oito quilômetros, mas essa proposta ainda precisará de aprovação do governo e da comissão federal encarregada de apresentar propostas de melhoria do transporte da Grande Kuala Lumpur.

Para Abdul Hadi Amran, o que fatalmente vai encarecer a tarifa do monotrilho é a integração de bilhetes com o sistema de trens de subúrbio e do VLT (trem leve sobre trilhos), que representam 87% do transporte por trilhos em Kuala Lumpur. Estudos que estão sendo feitos pelo governo vão definir os novos valores da tarifa, mas não deve chegar ao patamar do que se paga hoje em Manaus no sistema de transporte coletivo por ônibus.

Apesar da tarifa relativamente baixa para os padrões brasileiros, o monotrilho de Kuala Lumpur fatura o equivalente a R$ 18,5 milhões (37 milhões de ringgt, a moeda local) por mês. Aqui cabe uma correção sobre o número de passageiros do monotrilho divulgado na sexta-feira: são 57,5 mil passageiros por dia e não por mês.

No sistema integral (incluindo as duas linhas de VLT e duas de trens suburbanos) viajam 464,5 mil passageiros por dia e não por mês, como foi divulgado.

É com esses R$ 18,5 milhões que a empresa pública controladora do monotrilho mantém o sistema de operações automatizado, a vigilância por câmeras, a segurança nas estações, os motoristas (Manaus não terá motoristas por opção do governo), o sistema de bilhetagem e o centro de manutenção dos carros, além de toda a estrutura administrativa do monotrilho.

Para o Amazonas, o governo criou, na gestão do ex-governador Eduardo Braga, uma empresa público-privada, denominada Companhia de Transporte Metropolitano, com o objetivo de gerir o sistema. A diferença entre a realidade de Kuala Lumpur e de Manaus é que na Malásia, o sistema visa servir a população sem esperar lucro. A questão que o governo precisa responder é: o monotrilho terá uma tarifa acessível?

Prazos

Os prazos para a construção do monotrilho de Manaus e São Paulo são a principal preocupação dos consórcios que aguardam a definição das licitações públicas. Pela proposta inicial do Governo do Amazonas, já há um atraso de um ano para o início das obras em Manaus visando a Copa de 2014. Essa preocupação se justifica pelo tempo de construção dos trens.

De acordo com engenheiros da Scomi Engineering, em apresentação feita na fábrica de vagões e ônibus, ao norte da Malásia, na sexta-feira, a produção de cada módulo dura 12 semanas. Isso significa que no ritmo de trabalho atual a empresa poderia produzir 100 carros por ano. Só para Manaus serão necessários 72 em circulação e pelo menos mais oito para manutenção. Em dois anos, só seria possível atender a demanda de São Paulo e Manaus se a fábrica criasse novos turnos de trabalho.  Como a empresa pretende montar os trens no Brasil, ainda precisaria de mais tempo para montar a estrutura física.

(*) O repórter viajou a convite da Scomi International

sábado, 9 de abril de 2011

Nova proposta de preço para obra do monotrilho

01/04/2011 - A Critica, Monica Prestes

Valor da obra pode custar mais que valor de referência, estipulado na licitação, que é de R$ 1,327 bi

A construção do monotrilho em Manaus pode custar aos cofres públicos mais do que o valor de referência estipulado pela licitação, de R$ 1,327 bilhão. Foi o que afirmou o secretário estadual de Planejamento, Marcelo Lima.

No final da tarde da última quinta-feira, limite do prazo, o Consórcio Monotrilho Manaus apresentou nova proposta de preço para o empreendimento. A anterior, de R$ 1,687 bilhão, foi rejeitada pela Comissão Geral de Licitação (CGL) no dia 18 de março por ser superior ao valor de referência.

Segundo o secretário da Seplan, a CGL encaminhou pedido de parecer à Procuradoria Geral do Estado (PGE) para saber quais são os dispositivos legais que permitem ao Estado aceitar proposta de preço superior ao valor de referência estabelecido pela licitação.

“A licitação não apresenta um valor mínimo ou um teto. Ela estabelece apenas um valor de referência, que é de R$ 1,3 bilhão. O que a CGL quer são embasamentos legais para aceitar propostas acima dessa referência, se for o caso”, explicou Lima.

De acordo com ele, a medida foi tomada há alguns dias pela CGL como forma de evitar mais atrasos no início da obra - que, inicialmente, estava prevista para o primeiro trimestre de 2010 - e comprometer a realização da Copa do Mundo 2014 em Manaus.

“O processo (licitatório) está sendo atacado por todos os lados. É uma precaução para evitar mais atrasos. Não podemos ter mais percalços ou não conseguiremos iniciar a obra a tempo de concluir dentro do prazo”, explicou.

Marcelo Lima ainda afirmou que a data limite para início das obras do monotrilho é junho deste ano. Depois dessa data, o prazo de conclusão pode ser comprometido, alertou ele.

“Mas ainda temos a possibilidade de começar as obras antes disso. Nossa estimativa não depende apenas do governo, mas da análise dos órgãos de controle e do financiador, que é a Caixa Econômica Federal. As licenças ambientais já foram todas emitidas”, disse.

O Consórcio Monotrilho Manaus - formado pelas empresas CR Almeida S/A Engenharia de Obras, Mendes Júnior Trading e Engenharia S/A, Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia e a Scomi Engineering - é o único a concorrer na licitação.

A nova proposta de preço inclui a elaboração do projeto executivo, construção, fornecimento e implantação de um sistema monotrilho para a Região Metropolitana de Manaus. A CGL deve marcar, para a próxima semana, sessão para abertura do envelope com a nova proposta.

domingo, 3 de abril de 2011

Projeto de monotrilho é criticado no Recife

24/02/2011 - Jornal do Commercio/PE

A proposta de implantação de um sistema de monotrilho ou monorail em alguns dos futuros corredores exclusivos de transporte público da Região Metropolitana do Recife, em elaboração desde o fim do ano passado a pedido do governo do Estado, já nasce sendo alvo de contestação. O uso do modelo, cuja concepção prevê um veículo montado ou pendurado sobre um único trilho, elevado por colunas de concreto, não agrada aos técnicos do setor em Pernambuco, gente que conhece o sistema de transporte do Grande Recife. A rejeição não é à tecnologia. mas ao fato de ela não ser ideal para a realidade da região.

O Jornal do Commercio ouviu três dos melhores técnicos do Estado, conhecidos nacionalmente: Germano Travassos, consultor, Osvaldo Lima Neto, doutor em transporte e professor da UFPE, e César Cavalcanti, vice-presidente nacional da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e também professor da UFPE. Todos foram unânimes em afirmar que o monotrilho não é o modelo mais recomendado para o transporte de massa. É mais utilizado em operações turísticas. Além disso, custaria pelo menos quatro vezes mais do que o Bus Rapid Transit (BRT), adotado pela cidade de Curitiba (PR) há mais de 30 anos e que estava praticamente certo para ser implantado no Recife.

Na visão técnica, o monotrilho teria, no máximo, o mesmo resultado do sistema de ônibus, só que custaria mais e levaria um tempo maior para ser implantado. “O sistema de monorail tem suas vantagens, sem dúvida, mas além de não existirem muitos exemplos do seu uso para transportar altas demandas de passageiros, possui um grau de sofisticação muito fora da nossa realidade. Não conseguimos sequer pintar faixas de ônibus nas vias, imagine implantar um sistema caríssimo. Tudo nele custa mais do que no sistema de ônibus. O operador de um monotrilho será mais caro que o motorista de ônibus convencional, o custo de operação também. E uma tarifa de R$ 2 não cobriria esse valor”, alerta César Cavalcanti.

Mesmo ressaltando não conhecer o projeto desenvolvido pela Odebrecht e não ser contra a tecnologia do monorail, Germano Travassos pondera que o sistema de um único trilho não tem a flexibilidade e maleabilidade do ônibus, tão necessárias à rede do Grande Recife. “Ele funciona melhor com demandas constantes, que não oscilam em horários de pico e em estações distantes uma das outras. Na verdade, é preciso fazer um estudo da rede e, a partir dele, ver qual tipo é mais adequado. Mas aqui isso não acontece. Pegam um modelo usado em outro lugar e simplesmente acham que funciona do mesmo jeito. Ele tem que se adequar a uma demanda existente, afinal, não estamos falando de uma cidade nova, mas de uma que já existe”, defende.
Osvaldo Lima Neto vai além e adverte que a tentação que o governo do Estado enfrenta agora poderá custar caro mais na frente. “Enquanto se gasta de US$ 5 milhões a US$ 10 milhões para fazer um quilômetro de BRT, são necessários de US$ 50 milhões a US$ 80 milhões para o mesmo trecho de monotrilho. É algo surreal, muito caro. Se o governador optar por ele, será uma escolha muito arriscada”, diz. “Que países como França e Inglaterra usem o monotrilho, tudo bem. Eles não têm favela e o teto das unidades de saúde não está ameaçando desabar. Nós não. Precisamos ter um bom resultado com o menor custo. E isso é possível com um sistema eficiente de ônibus. Veja o Transmilênio, de Bogotá, Colômbia. É modelo para todo o mundo e é operado por ônibus”, conclui César Cavalcanti.

A proposta, definida como um estudo de mobilidade para a cidade visando a Copa de 2014, vem sendo tratada em segredo pelo governo do Estado e pela Construtora Odebrecht, autora da ideia. Ao ser procurado pelo JC, o Grande Recife Consórcio de Transporte, gestor do sistema e quem estava à frente dos projetos de BRT, jogou a responsabilidade para a Secretaria das Cidades.
O secretário Danilo Cabral, por sua vez, silenciou. A assessoria de imprensa do gestor sequer deu retorno ao ser procurada pelo JC. Sabe-se, apenas, que o projeto será submetido à decisão final do governador Eduardo Campos, o que está previsto para acontecer na próxima semana. A Odebrecht também não se pronunciou. Alegou não ter autorização do governo para falar. O que se sabe é que o modelo de monotrilho poderá substituir os projetos previstos para o Corredor Norte-Sul - que ligaria os extremos do Grande Recife pela Avenida Agamenon Magalhães - a Avenida Norte e o Corredor Leste-Oeste. O uso neste último, entretanto, já estaria descartado por não ser viável.

É caro para construir, mais ainda para manter

Além de não ser adequado para o transporte de massa, o monotrilho tem de outro problema, segundo os especialistas: sustentabilidade financeira. O sistema é caro para fazer e oneroso para manter. “As pessoas acham que uma tecnologia é sustentável apenas pelo aspecto ambiental. Mas é preciso considerar a manutenção do modelo depois de pronto”, argumenta o presidente do Centro de Transporte Sustentável do Brasil (CTS), Luis Antonio Lindau.

Ele defende, inclusive, que é preciso fazer uso mais nobre da superfície, abrindo espaço entre os carros para o ônibus, no lugar de pensar em elevados. “O sistema BRT, criado em Curitiba, é modelo para o mundo todo, menos para o Brasil. Custa 20 vezes menos que o metrô, mas para nós, brasileiros, não serve”, critica Lindau.

O alto custo de manutenção é um dos motivos pelos quais o monotrilho não vingou em outros lugares do País, como São Paulo e Manaus (AM). Até mesmo em nações desenvolvidas ficou difícil manter o sistema. É o caso de Las Vegas (EUA) e Dubai (Emirados Árabes), cuja demanda não compensou o alto investimento. Em Dubai, uma linha de 54 quilômetros custou US$ 7,6 bilhões e deveria transportar 1,2 milhão de pessoas por dia, mas só conseguiu demanda de 66 mil passageiros.

Monotrilho de Manaus prestes a sair do papel

01/03/2011 - Portal Amazônia

O governador do Amazonas, Omar Aziz, garantiu, nesta segunda-feira (28), que a licitação do monotrilho deve ser anunciada nos próximos dias. Afirmação foi dada durante visita do ministro do Esporte, Orlando Silva, a Manaus, onde visitou as obras da Arena da Amazônia e falou desses e de outros projetos da capital para a Copa do Mundo de 2014.

Omar afirmou que quer ver o projeto “sair do papel”. Para isso, o lançamento da licitação está marcada para após o Carnaval. “Essa não é uma decisão política nem pessoal. Chegou o momento de termos um transporte de qualidade e digno para a população de Manaus”, disse. A obra está orçada em R$ 1,3 bilhão.

Em agosto do ano passado, a Comissão Geral de Licitação (CGL) lançou o edital da concorrência para empresas interessadas em executar as obras do monotrilho em Manaus. Do total de 46 empresários que retiraram o edital de licitação, dois consórcios formados por três empresas concorreram na disputa, mas o certame foi cancelado para ajustar as determinações feitas pela Controladoria Geral da União (CGU).

Neste mês de março, a presidente Dilma Rousseff pretende reunir-se com os governadores e prefeitos das sedes para um balanço das obras e de tomadas de decisões que possam intensificar a preparação do país para a Copa. A ideia é que a cada três meses seja feita uma nova reunião de balanço das obras.

Segundo o ministro Orlando Silva, a vinda a Manaus é parte de um roteiro pelas cidades sedes da Copa de 2014, a pedido da presidente. “Saímos daqui muito confiantes no projeto do Amazonas. Confiantes de que Manaus estará pronta para a Copa 2014”, disse Orlando Silva.